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Uber – Nova carreira ou plano “B”?

Uber

Eu, assim como inúmeras pessoas, virei fã do Uber! Por vários motivos, desde seu preço atrativo até sua ideia inovadora!

Mas, como trabalho com orientação de carreira, coaching, e me julgo uma eterna aprendiz das questões humanas, tenho feito uma pequena “pesquisa” durante os trajetos que faço de Uber, e que se resume basicamente nas seguintes perguntas: “quanto tempo você está no Uber?” e “o que te levou para Uber?”.

Nas minhas andanças tenho observado que, em geral, as respostas são: “estou há pouco tempo(meses ou dias)” e “fiquei desempregado ou estou complementando minha renda”.

Ou seja, segundo minha “pesquisa”, o Uber virou um “plano B”!

E, como não poderia deixar de ser, nessas viagens tenho tentado exercitar o meu lado coach, e ao mesmo tempo, tornar a viagem um pouco mais produtiva, pelo menos na minha visão! Ou seja, tenho feito um “coaching express”, no sentido de fazer o(a) motorista refletir sobre seus potenciais, seus diferenciais, se preparar para quando o mercado voltar a ser crescer. Dou meu cartão, me ofereço para compartilhar algumas orientações.

Na última viagem que fiz de Uber, do aeroporto de Congonhas para casa, descobri que em São Paulo temos 25.000 carros credenciados, e que até a dezembro a meta é de 30.000. Ou seja, se a minha pesquisa amadora estiver certa, temos um volume significativo de pessoas fazendo do Uber a sua “tábua de salvação”!

Mas, fiquei refletindo sobre como nos preparamos para as adversidades que se apresentam, seja um desemprego, uma aposentadoria ou uma queda significativa de faturamento. Será que não deveríamos ter sempre um plano “b, c e d”?

Já virou meio “piegas” falar que crise faz despertar nossa criatividade, ou como dizia minha mãe: “necessidade faz sapo pular”, mas creio que seja por aí mesmo, quando nos deparamos com situações críticas, temos que buscar novos talentos e habilidades que sequer supúnhamos ter. E aí chegamos num ponto essencial, que é o autoconhecimento!

O autoconhecimento é um caminho que precisamos trilhar, e uma vez iniciado jamais o terminaremos, pois sempre descobriremos novos horizontes, novas possibilidades, e isso é fascinante! Se estivermos atentos a nos conhecermos de fato, a nos desafiarmos continuamente, descobriremos facetas que podem nos levar a outro patamar! Façamos isso!

Deixo aqui um pedido, quem quiser enriquecer minha “pesquisa” sobre o que levou a pessoa para o Uber ou quais são seus planos “b,c,…” que você tem, e puder compartilhar ficarei muito feliz”

E vamos em frente com o alfabeto… b,c,d,e…. !

Uber – Nova Carreira ou Plano “B”?

Uber

Eu, assim como inúmeras pessoas, virei fã do Uber! Por vários motivos, desde seu preço atrativo até sua ideia inovadora!

Mas, como trabalho com orientação de carreira, coaching, e me julgo uma eterna aprendiz das questões humanas, tenho feito uma pequena “pesquisa” durante os trajetos que faço de Uber, e que se resume basicamente nas seguintes perguntas: “quanto tempo você está no Uber?” e “o que te levou para Uber?”.

Nas minhas andanças tenho observado que, em geral, as respostas são: “estou há pouco tempo(meses ou dias)” e “fiquei desempregado ou estou complementando minha renda”.

Ou seja, segundo minha “pesquisa”, o Uber virou um “plano B”!

E, como não poderia deixar de ser, nessas viagens tenho tentado exercitar o meu lado coach, e ao mesmo tempo, tornar a viagem um pouco mais produtiva, pelo menos na minha visão! Ou seja, tenho feito um “coaching express”, no sentido de fazer o(a) motorista refletir sobre seus potenciais, seus diferenciais, se preparar para quando o mercado voltar a ser crescer. Dou meu cartão, me ofereço para compartilhar algumas orientações.

Na última viagem que fiz de Uber, do aeroporto de Congonhas para casa, descobri que em São Paulo temos 25.000 carros credenciados, e que até a dezembro a meta é de 30.000. Ou seja, se a minha pesquisa amadora estiver certa, temos um volume significativo de pessoas fazendo do Uber a sua “tábua de salvação”!

Mas, fiquei refletindo sobre como nos preparamos para as adversidades que se apresentam, seja um desemprego, uma aposentadoria ou uma queda significativa de faturamento. Será que não deveríamos ter sempre um plano “b, c e d”?

Já virou meio “piegas” falar que crise faz despertar nossa criatividade, ou como dizia minha mãe: “necessidade faz sapo pular”, mas creio que seja por aí mesmo, quando nos deparamos com situações críticas, temos que buscar novos talentos e habilidades que sequer supúnhamos ter. E aí chegamos num ponto que pra mim é essencial, que é o autoconhecimento!

O autoconhecimento é um caminho que precisamos trilhar, e uma vez iniciado jamais o terminaremos, pois sempre descobriremos novos horizontes, novas possibilidades, e isso é fascinante! Se estivermos atentos a nos conhecermos de fato, a nos desafiarmos continuamente, descobriremos facetas que podem nos levar a outro patamar! Façamos isso!

Deixo aqui um pedido, quem quiser enriquecer minha “pesquisa” sobre o que levou a pessoa para o Uber ou quais são seus planos “b,c,…”, e quiser/puder compartilhar comigo ficarei muito feliz!

E vamos em frente com o alfabeto… b,c,d,e…. !

Gostar do trabalho vs Só trabalhar no que gosta! (*)

I love my job

Confúcio diz “Escolha um trabalho que você ame e não terá de trabalhar um único dia de sua vida”, e eu acredito muito que devemos procurar atuar na área que nos é mais afim, pois assim produziremos mais, com maior qualidade, e para fazermos bem essa escolha o autoconhecimento é fundamental!

Quando aprofundamos no autoconhecimento sabemos onde nos diferenciamos, onde estão nossos potenciais, nossas fortalezas, e os pontos que precisamos desenvolver, e podemos inclusive buscar uma atividade que estimule esse desenvolvimento, ou que tire partido das nossas capacidades.

Creio também que, podemos direcionar nossa carreira para atividades que tenham a ver com nosso perfil, com nossos anseios, nosso momento de vida, nossos interesses, etc.

Entretanto, existe uma tendência que observo nas redes sociais, nas sessões de coaching, nas conversas com amigos, onde as pessoas estão frequentemente insatisfeitas com seu trabalho, pois se vêem obrigadas a fazer coisas que não gostam!

E, quando mergulhamos mais fundo nesta questão, descobrimos que na verdade a maioria das pessoas gostam do que faz, mas não 100% do tempo! E é justamente isso que precisamos repensar!

Será que existe alguma atividade que seja prazerosa 100% do tempo? Será que quando estamos desgostosos do nosso trabalho, não pode ser porque estamos cansados e precisando de férias? Será que a percepção ruim que temos do trabalho não pode ser uma visão equivocada ou até limitada?

Pois, desde que temos um pouco de consciência, em nenhuma atividade que desempenhamos na vida só obtivemos prazer!

Quando pequenos estudantes, temos aulas daquelas matérias que nos encantam, mas também precisamos nos dedicar a outras não tão prazerosas, isso sem contar nas provas que sempre são momentos tensos!

Essa dinâmica se estende por todo o nosso período escolar, inclusive na faculdade! Por mais que seja um curso que você escolheu, isso não significa que todas as disciplinas o encantem!

E quando chegamos no mundo corporativo acreditamos que tudo deva ser diferente? Não seria essa uma visão romântica, utópica ou imatura? Ou talvez, uma combinação de todas as opções?

Comecei a trabalhar muito cedo, e sempre gostei muito de trabalhar, mas nem tudo que fiz até hoje me deu absoluto prazer!

Quando trabalhava no mundo corporativo, várias vezes tive que conviver com clientes difíceis, participar de reuniões improdutivas, projetos complicados, preencher relatórios de despesas, e outras atividades! Mas, entendia que isso era o chamado “ossos do ofício”, ou seja, nem tudo eram flores, tinham alguns espinhos pelo caminho!

Portanto, acredito que precisamos fazer uma diferenciação entre aquele trabalho que tem uma parcela da qual não gostamos ou não nos dá prazer, daquele trabalho onde a satisfação é esporádica e efêmera.

Se não soubermos fazer essa análise com cuidado, cairemos na vala comum de acharmos que precisamos trocar de emprego, sempre na ânsia de buscarmos algo que nos dê mais prazer, mas depois de 2 ou 3 meses cairemos na mesma situação, e ficaremos nesse ciclo vicioso.

Um bom exercício é pensar o que você faz bem, o que te dá orgulho em fazer, o que faz o seu olho brilhar, em seguida avalie se seu trabalho atual lhe dá espaço para realizar essas atividades.

Caso não dê, vale uma segunda etapa nessa análise, o que você pode fazer para buscar isso na sua atual função ou empresa?

As empresas hoje, na sua maioria, permitem a seus funcionários uma mobilidade interna muito interessante, e antes de irmos para o mercado de trabalho precisamos esgotar as capacidades internas, pois lá as pessoas já conhecem o nosso trabalho, sobretudo se isso implicar numa mudança de carreira, pois nada melhor do que trocarmos de área onde já somos reconhecidos, e falo isso por experiência própria!

Enfim, reflita e seja feliz com suas escolhas, sejam elas quais forem!

(*) Este texto foi publicado na revista Líder Coach – edição de novembro/15.(REVISTA LÍDER COACH Revista Líder Coach NOVEMBRO DE 2015 #11)

 

Carreira & Redes Sociais (*)

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Em geral, temos muita preocupação com a nossa carreira, queremos progredir, ter mais responsabilidades, mais autonomia, ser mais respeitado no mercado, crescer em todos os sentidos, seja no organograma da empresa, como também, na conta bancária.

Enquanto estamos em posições mais técnicas, é comum contarmos com nossos gestores para nos orientar onde devemos ir, quais habilidades/competências precisamos desenvolver, e gostamos de saber que temos um caminho interessante e motivador a percorrer dentro da organização ou no mercado de trabalho.

Mas, mesmo contando com a ajuda do gestor, penso que não podemos delegar a ninguém a gestão da nossa carreira, pois o nome já diz, é a “nossa” carreira!

É necessário ser protagonista da própria carreira, e isso implica em ser pró-ativo, buscar novos conhecimentos e desafios, pois nenhum gestor promove alguém por fazer sempre a mesma coisa, por melhor que seja o desempenho. Ou se queremos trocar de emprego, o mercado precisa nos conhecer e valorizar o nosso trabalho!

E nesta trajetória é importante considerar várias ferramentas, e entre elas estão as redes sociais. Mas, como toda ferramenta, as redes sociais também precisam ser bem utilizadas, pois podem nos favorecer ou denegrir nossa imagem.

Neste ponto você pode estar pensando que este tema não é para você, pois já tem uma carreira sólida, mais alguns anos irá se aposentar, e com os recursos que dispõe poderá se dedicar a outras atividades, já alcançou tudo que queria, e não quer ou não tem mais para onde progredir na carreira. Em parte pode ter razão mesmo, mas acredito que nosso papel como líder transcende aos nossos interesses individuais, pois somos espelho para muitas pessoas, e não podemos ser um espelho oxidado ou opaco.

Se observarmos, encontraremos inúmeros executivos e líderes que, se quisessem, poderiam sair de cena, ou como se diz no futebol, pendurar suas chuteiras! Mas, ao contrário, são atuantes, compartilham suas experiências, são formadores de opinião! Eu acompanho vários desses executivos nas redes sociais, e aprendo muito com eles.

E, já que falei em “aprender”, vamos falar um pouco sobre como podemos utilizar melhor, e de forma mais prazeirosa as redes sociais disponíveis.

E quais redes são essas a que me refiro? Qual a relevância de cada uma delas? Quais são as formas de tirarmos partido desses canais?

A primeira máxima que não podemos esquecer quando se trata de rede social é que tudo que escrevemos, compartilhamos ou comentamos ajuda a definir quem somos. Portanto, cuidado com o que faz! E não existe diferença entre sua vida privada e sua vida profissional, segundo a Jobvite Plataforma de Recrutamento, 96% dos recrutadores e departamentos de RH utilizam as redes sociais para buscar ou analisar melhor os candidatos, sendo que 87% usam o Linkedin, 55% o Facebook e 47% o Twitter.

Outra informação relevante da Jobvite é que, 54% dos recrutadores mudaram de ideia sobre uma candidato com base em algo que viram em seu perfil nas redes sociais.

Os pontos que mais influenciaram negativamente nessa mudança foram: apologia ao uso de drogas ou álcool, erros gramaticais ou na escrita, citações vulgares ou com conotação sexual. E, se você trabalha ou quer trabalhar nas áreas de comunicação e marketing, a inexistência de perfis nas redes sociais também conta como um ponto negativo a seu respeito.

Por outro lado, as redes sociais podem ajudá-lo a ganhar posições significativas com os recrutadores, e os principais pontos positivos são: compartilhamento de serviços voluntários ou a respeito do seu próprio trabalho/equipe, e engajamento em campanhas nas redes sociais.

Sabemos também que, ter uma equipe excelente é um fator importante para conseguirmos evoluir na carreira, e neste ponto as redes sociais podem contribuir. Pois, para atrair bons candidatos é importante que a sua empresa tenha uma presença relevante nas redes sociais, pois 74% dos candidatos consideram este quesito no momento de avaliar uma proposta ou de buscar uma nova oportunidade de emprego.

Enfim, precisamos nos conscientizar que as redes sociais estão aí e vieram para ficar, e precisamos entrar e usufruir dessa vitrine, mas assim como uma vitrine de loja, precisamos ter cuidado com o que fazemos pois tudo se torna público no momento que publicamos qualquer coisa, para o bem ou para o mal!

Mas, podemos fazer tudo isso de forma divertida e tirando proveito, um ponto interessante é explorar o que cada uma dessas redes pode nos oferecer, como por exemplo, o LinkedIn!

A princípio acreditamos se tratar apenas uma rede social para publicarmos nosso currículo, mas ela é muito mais do que isso! É uma rede onde podemos estabelecer contatos importantes, podemos publicar (sugiro que sejam pequenos textos) a respeito do nosso trabalho ou no nosso expertise, participar de grupos de discussão, seguir empresas que nos interessam, cadastrar um perfil de vaga que temos interesse em conquistar e seremos avisados quando surgir algo, enfim, existem inúmeras formar de explorar e tirar proveito do Linkedin.

No Facebook podemos ter também um mini-currículo, nos conectar com pessoas relevantes, criar ou fazer parte de grupos, seguir empresas ou personalidades que temos interesse. E tem também o twitter, sobre o qual escrevi a respeito na edição anterior da revista.

Existem várias outras redes, mas concentrei nas três mais relevantes para os recrutadores.

E, por último, gostaria de falar que precisamos ter constância e disciplina na medida certa no acesso às redes sociais, não podemos desaparecer, nem tampouco ficar ligado o tempo todo, senão nossa produtividade ficará comprometida! Boas postagens para vocês!

(*) Este texto foi publicado na revista Lider Coach do mês de outubro/2015, caso tenha interesse em ler a revista é só clicar aqui