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Qual é o seu perfil psicológico?

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De janeiro até julho deste ano escrevi uma série de artigos para a Revista Coaching Brasil sobre a teoria dos “Tipos Psicológicos” que foi publicada no livro “Tipos Psicológicos” do Carl Gustav Jung, psiquiatra suiço, em 1921.

Embora a teoria dos tipos psicológicos tenha sido publicada há quase um século, ela continua muito atual, e é cada vez mais difundida nas organizações e nos processos de coaching, pois é uma excelente ferramenta para o autoconhecimento, facilita a comunicação interpessoal, contribui com o desenvolvimento das equipes e com o fortalecimento das lideranças.

Para facilitar a leitura das matérias, incluí esse texto com os links para as todas as matérias, começando com a visão geral da tipologia, onde se aplica e seus benefícios, e depois um texto explicativo para cada componente do tipo psicologico (Extroversão/Introversão, Sensação/Intuição, Pensamento/Sentimento, Julgamento/Percepção), e por fim, um texto que faz uma correlação da tipologia com as carreiras afins:

Visão geral da teoria:  O ponto de vista de cada um 

Foco de energia: Tipos Psicológicos – Extroversão ou Introversão

Coleta de Informações: Tipos Psicológicos – Sensação ou Intuição

Tomada de decisão: Tipos Psicológicos – Pensamento ou Sentimento

Estilo de vida: Tipos Psicológicos – Julgamento ou Percepção

Tipologia & escolha da carreira: Tipos Psicológicos & Escolha da Carreira

Caso queira mais informações, ou tenha interesse em fazer o mbti para conhecer sua tipologia, entre em contato comigo através do email lucianava@uol.com.br.
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Comunicação Impressa x Digital – por Antonio Carlos Navarro

Ao analisar a evolução  no mundo desde que o homem passou a ser sapiens, nos deparamos com dados importantíssimos que nos levam a identificar os principais momentos que foram os divisores do desenvolvimento.

Um dos principais momentos, senão o mais importante, foi a criação do tipo móvel por  Gutenberg, na Alemanha,  por volta de 1450. Esse invento possibilitou a disseminação do conhecimento na reprodução de textos impressos que até então eram produzidos por escribas. Até essa data todo o conhecimento existente se concentrava em pouquíssimas pessoas e não era acessível pela grande maioria da população.

Steve Jobs não teria feito sucesso com suas criações não fosse o invento de Gutenberg, ele sim foi o Steve Jobs da época há 560 anos atrás.

Se pararmos para analisar e observar, veremos que os produtos impressos fazem parte diariamente de nossa vida . O dinheiro que nos remunera, o cartão de crédito que facilita as compras, o papel que embrulha o presente, a embalagem que protege o produto, a bula que orienta, o folheto que divulga, o jornal que informa, a revista que analisa, o livro que educa e diverte, o manual que ensina, todas essas e muitas outras ferramentas que graças a Gutenberg hoje podemos usufruir e que tornaram a nossa vida mais eficiente e divertida.

Na era da tecnologia digital, inúmeras são as sentenças lançadas por pseudos futurológos de que tudo isso acabará. Volto a reportar a história e nos lançamos ao início do século 20 onde o único veículo de comunicação existente era o jornal, na maioria, não diário. Entre as décadas de 1920 a 1930, com a invenção rádio, as mesmas figuras apareceram dizendo que com isso o jornal desapareceria. O mesmo fato ocorreu na década de 40 quando surgiu a televisão disseram que o rádio acabaria, e assim com todas as ferramentas da comunicação criadas posteriormente. Entretanto, todos coexistem até hoje!

Com o desenvolvimento da internet e dos meios digitais, surgiu o e-book. Decretaram, então, a extinção do livro impresso, sentença dada pelos mesmos futurólogos de plantão. No primeiro momento a novidade causou grande discussão e os adeptos da mídia eletrônica foram os primeiros a exaltar essa nova ferramenta. Grandes debates foram acontecendo, na feira de Frankfurt, na Bienal do Livro, seminários, workshops e tantos outros eventos, inclusive,  com ampla discussão na internet e nos grupos sociais.

Recentemente começaram a surgir os dados reais sobre o e-book. As últimas pesquisas detectaram que mais da metade dos leitores de e-books não eram frequentadores de livrarias. Em razão da facilidade e preço, passaram a consumi-los. O resultado disso é que muitos desse grupo passaram, então, a frequentar as livrarias, consequentemente ampliando o número de leitores de livros impressos. Editores e autores, principais atores da comunicação impressa, começam a se posicionar de forma mais aberta, sem contestar as novas tecnologias, adotando-as mas ao mesmo tempo reforçando mais ainda sua posição em relação ao livro impresso. Reconheceram, como era o esperado, que ambas são ferramentas de leitura e que estarão convivendo e coexistindo definitivamente, cada uma na escolha do leitor e na conveniência do editor.

Este texto foi uma excelente contribuição de Antonio Carlos Navarro, Diretor Executivo da LER Editora Ltda